terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O homem que revolucionou o inferno (parte 4-final)


O mundo logo sentiu os reflexos da mudança do inferno, de alguma forma o objetivo havia sido cumprido.
O céu pode então começar a mandar muito mais ideias para a terra e elas eram muito melhor aproveitada, isso gerou um imenso avanço da humanidade e uma mudança de consciência, as pessoas começaram a buscar mais sabedoria e formas de abrirem suas mentes e então passaram a evitar programas de TV, sities e igrejas que os manipulavam e tentavam  acabar com qualquer forma de pensamento próprio.Os meios de comunicação entenderam a mudança e logo se adaptaram a elas.
A história passou a ser mais questionada assim como os fatos e as noticias recebidas. As pessoas respiravam cultura que não era muito complicado de encontrar, a cada esquina tinha um escritor, um compositor, um cantor, um pintor que fazia valer a pena seus trabalhos. 
Algumas religiões, as que pregavam o ódio divino e o pagamento do pecado somente, foram a falência, pois as pessoas que inventaram o pecado também inventaram agora o perdão e o perdão vinha em vida. Surgia igrejas que fazia a verdadeira conectividade com Deus e abria os olhos das pessoas para o verdadeiro significado de suas vidas.
As pessoas começaram a se desenvolverem de forma mais sustentável e com os projetos do inferno a reconstruir o que tinham perdido, viviam agora em harmonia com a natureza e podiam explorá-la sem a perder.  A população parou de aceitar qualquer um na política e participava ativamente das decisões do governo, escolhia quem dirigiria o governo mas era o povo que tomava as decisões, não havia mais lugar para corruptos, não pelo menos na terra o inferno suportava bem eles.
Todos buscavam incansavelmente por sabedoria, e as escolas revolucionaram o modo de ensinar seus alunos, e passaram a concentrar seus esforços em ensinar teorias, pois os pais entendiam que a educação era de suas responsabilidades. A escola parou de formar trabalhadores para o mercado de trabalho e começaram a formar humanos pensantes. 
O trabalhador ganhava cada vez mais importância, e o pequeno produtor era muito mais valorizado. As pessoas com a mente mais aberta começaram a perceber que não precisava de todo aquele consumismo desfreado e então passou a trabalhar menos e a viver mais, tinha mais tempo para ficar de bem com a natureza, muito mais tempo para passar com a família e amigos, tinham mais tempo para contribuir para o desenvolvimento da sociedade e viviam muito mais felizes. As grandes empresas perderam seus significados, com o consumismo desfreado em baixo ela passou a produzir somente o necessário, alguns grandes empresário perceberam que não precisavam de tanto luxo em suas vidas e tornaram as empresas um bem do povo onde grande parte dos lucros eram revertidos em obras públicas, os funcionários era bem remunerados e as empresas buscavam poluir menos. 
As pessoas começaram a ser mais humanas e a valorizar a vida social, agora voltaram a sorrir e amar seu semelhante, os ajudando como podiam, então a desigualdade diminui drasticamente, as pessoas mais humanas se auto-ajudavam por contra própria sem a intervenção do Estado. 
As fronteiras estavam muito menos rigorosas e o povo mais unido pode se reorganizar, era o fim de guerras desnecessárias. O capital deixou de ser o mais importante e a lei de oferta e procura não fazia mais sentido, agora o que valia era a lei da necessidade, o valor que dou ao produto é o valor que ele tem de saciar as necessidades minha e meus compradores de forma que todos podem pagar. O sistema estava todo mudado, as importações era feitas não para o país que pagasse ou produzisse mais e sim de acordo com a necessidade de cada um. 
As pessoas estavam cada vez mais critica e analítica e não aceitava mais erros. Estava tendo uma mudança de consciência e as pessoas não agrediam mais uma as outras, nem o meio em que viviam, elas conseguiam ver a beleza das coisas simples e respeitá-las.
Os hospitais passaram a ser mais eficiente e as pessoas mais felizes vivendo em bem estar ficavam menos doentes, assim os cemitérios pararam de crescer tão rapidamente e a juventude encontrava nos velhos fonte de sabedoria e conhecimento. 
A força policial e militar perdeu drasticamente sua importância e onde havia presidiários agora viam-se escolas. As famílias podiam amar e educar melhor seus filhos deixando bons frutos para o futuro. O respeito mutuo não limitava a liberdade. 
O mundo começava entrar em ordem. Infelizmente ainda encontrava resistência de muitos, mas gradativamente todos foram se sedendo a esse novo sistema, um sistema de união, igualdade, fraternidade, liberdade, paz e conectividade com o divino. 
Ah e não pense que o inferno deixou de ser necessário, lembre-se "o inferno é a porta para o paraíso" e todos eram levados a reflexão antes de entrar no reino divino, mas fato é que o fluxo no inferno foi muito reduzido e o tempo de estadia das almas pecadores era menor.
Tudo em ordem, tudo na mais perfeita harmonia e paz o homem começou a encontrar novos planetas com vidas inteligentes deixando de ser um risco a vida e passaram a contribuir para o mundo. e começaram a fazer intercâmbios de idéias e tecnologias e a paz se estendeu aos universos que agora era praticamente todo desenvolvido e progrediam para a união universal.

FIM
ou melhor
COMEÇO 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Tirinhas





Ignorância Brasileira

"Nunca fomos mais inteligente só não tínhamos facebook ou twitter"

Assim como qualquer bom hipócrita também quero reclamar do sistema. Pois como querer buscar algum tipo de sabedoria e inteligência se as escolas estão apenas preocupadas em passar o maior número de alunos de série, colocando os professores numa sala abarrotada de alunos indisciplinados, para fingir uma suposta aula para a vida, sendo ameaçado pelos país e ouvindo desafores de alunos que o ultimo lugar que queria estar era ali, e tudo isso por mixaria.
As universidades querem te dar um lindo diploma, nas mais diversas cores (única coisa que muda de faculdade para faculdade) em pequenas parcelas a perder de vista. Aqui você verá a vida com olhar critico, mas não tente questionar um professor ou reclamar da forma de ensino, pois os doutores são eles não vocês, leiam bem os textos e decorem as formulas para iram bem na avaliação do MEC, queremos fazer uma bela campanha publicitária sobre a nota do ENAD.
Busque um pouco de cultura e sabedoria. Como se nossas músicas se limitam a funck e sertanejo universitário?, músicas de refrão viciante e batida que levanta a multidão do chão são enfiadas em nossas mentes, então apenas pule e aprenda com as letras, e não esqueça "jogue o dedinho para alto". Quem vai ouvir uma música que nenhum de seus amigos conhecem ou não toca na novela? se rotule como rockeiro, vai fazer você se parecer mais descolado, pode gostar de happy Rock e brigar com todo mundo dizendo que ouve música de gente grande. Quem sabe ser um hadcore não vai lhe fazer parecer mais revoltado com a sociedade, e talvez você pode ser a favor do povão ouvindo hipHop no ultimo volume no seu carro demostrando o quando o povão sofre.
Melhor passar seu raro tempo vago assistindo TV, como é que dizem? "melhor e mais rápido meio de informação"! Muita sabedoria se pode aprender com os mestres da TV, Ratinho, Sonia Abrão, Datena que tal um pouco de Tudo a ver ou Mais Você, programas inteligentes constroem pessoas inteligentes. Quer entretenimento (acho que é assim que se escreve ou sera entertenimento? afinal isso não significa nada quando se quer passa tempo, algo vago para ocupar a mente)?  Temos novelas em pencas, como retratam bem a vida da gente, prefiro humor no zorra total, show de humor, Pânico na TV, Legendários, praça é nossa, não não, sou mais BBB, A Fazendo, Solitários, Busão do Brasil, casa dos artistas, como é legal vê-los se atacando! Mas o que vale a penas mesmo é os seriados e programas que temos: Vídeo show (pra que serve eles mesmo? ah para explicar o que eu não entendi sobre a novela de ontem), nem vem que "todo mundo odeia o cris" é de mais, muito melhor que "eu a patroa e as crianças". Mas o que me interessa mesmo, são os jornais lotados de noticias tendenciosas que tentam levar o povo a acreditar em suas opiniões particulares ou dos poderosos que mantem a emissora. Olha lá como a record vem crescendo, ele subiu dois pontos no IBOP sobre a globo ontem e 13 pontos antiontem quando a Globo estava passando a lagoa Azul e olha lá, a record estava passando "todo mundo odeia o Cris" não disse? a fonte, isso quem me contou foi a própria record. Como eu busco o mínimo de conhecimento sempre acordo 4hs da madrugada para assisti telecurso2000 globo ciência, ecologia, educação e universidade tudo isso em menos de 30 minutos, bom mesmo é acordar domingo com aquela ressaca e assistir "pequenas empresas grandes negócios", mas eu também busco espiritualidade com o Fala que eu te escuto e a Santa Missa aos domingos, e  não perco o culto da mundial nenhuma madrugada. Mas o que me faz meu dia melhor melsmo é almoçar assistindo Record notícias. 
Entediado com os programas de domingo, que de tão chatos que são tentam ganhar pelo nome: domingo espetacular, fantástico, domingo legal, esporte espetacular prefiro ir para internet, ah a internet! Lá posso ser rei, posso ter fama e ser influente, posso levantar campanha contra quem mata Yorkshire, que tal ficar um dia sem Globo, volta Luiza as piadas já acabaram, posso ser um revolucionário sem sair de casa... e o pintinho...Piu! tem grandes mestre na internet: Clarice Lispector é a melhor, as frases dela é muito engraçada, mas também tem o Paulo Coelho e os ensinamentos do Batman. Na internet tem muitas coisas legais para se fazer eu posso ver KIbeLoko, Não Intendo, futirinhas e muitos outros blogs de humor que me farão dar altas gargalhadas, posso passar meu tempo vendo pessoas caindo no Youtube, ou buscar um pouco de conhecimento com as verdades do PCsiqueira, ou ver o Felipe Neto mandando todo mundo e modinhas para P#T8 que pariu, até choro de rir com o Galo Frito ou ver os fantásticos vídeos de MisteryGuitarMan, mas bom mesmo é o twitter lá posso reclamar, colocar todas minhas frustrações, tentar por um hashtag no TT, entretanto o legal mesmo é poder lotar minha Timeline de RT's do @ProgramaPânido, posso dar um Alô para o @RafinhaBastos ou xingar a @Xuxameneguel, "afinal eu vou xingar muito no twitter". Se gostou então dê RT, Curte ai, compartilhe, vamos infestar a página de nossos amigos com baboseiras, afinal do orkut para o Facebook só muda o nome e a falta da colheita feliz. Contudo tenho a Wikipédia a minha disposição, pena que os textos são muito longos, mas eles pensaram até nisso e resumem tudo em algumas linhas pra mim e todas informações ali são verdadeiras, todo mundo vai me achar mais inteligente quando eu falar o significado das palavras derivadas do grego, não leio nada com mais de 200 carácteres, mas tudo que é mais que isso num presta, geralmente é conteúdo vago. 
É sociedade, está complicado buscar um pouco de sabedoria e crescimento pessoal, profissional e cultural, então como reclamar da falta de cultura, moral das pessoas, nós não temos muita opção?. Quando falam que o Brasil precisa de cultura, precisa é de mudança nos conteúdos que passamos a nosso povo, mas imagina como seria indigesto deitar no sofá da sala para fazer a siesta da janta com telecurso 2000, ou então globo ciência??? Peço que algum hipócrita que não só reclama do sistema faça algo para mudar essa realidade de nossa população, melhor eu esperar reclamando nas redes sociais. Desculpem as ironias. E que dois mil e dose seja de fato o fim, o fim de um sistema burro criadouro de pessoas ignorantes, iludidas e alienadas, que aconteça um recomeço, uma mudança de consciência social e global. “tem que ver isso aí”

sábado, 7 de janeiro de 2012

Carlos Adão


Carlos Adão, quem nunca viu essa enigmática pichação? Pensava que fosse algum político que fazia campanha por ai, o único problema é que todo lugar que íamos tinha o quadrado preto de letras verde limão. Será que era um deputado ou algum político de nível nacional?
Hoje me surpreendi vendo uma foto no facebook de um homem pichando o famoso "Carlos Adão", então eu não sou o único que já vi o nome pelas estradas durante as viajem com a família, então decidi jogar na rede.
Carlos Adão é um economista de 57 anos e há 17 anos, anda por ai deixando sua marca e gasta cerca de R$1500,00 por mês para fazer divulgar sua "marca" e explica como tudo começou "Quis criar uma televisão primitiva", "Pensei no sujeito dentro do ônibus indo trabalhar e vendo meu nome em cada quarteirão, formando uma sequência.".
Assustei por descobrir que Carlos Alberto Adão não é um extra terrestre ou um andarilho buscando sua divindade: "Ele encaixa muito bem sua assinatura no equipamento urbano. Pequenos espaços nos muros, postes, calçadas, ruas, pedras, tudo é suporte para ele", afirma o artista plástico e grafiteiro Tony de Marco.
Pouco encontrei sobre sua vida política, alguns blogs dizem que o pintor já se candidatou várias vezes sem sucesso, em 2006 tentou ser deputado federal.
A maioria de suas obras ficam na cidade de São Paulo em ruas e becos, postes, casas abandonadas, grandes muros e terrenos. Anda pela cidade com um santana branco e onde encontra a oportunidade, para o carro e já tira seu balde de tinta. Já encontrei seus rabiscos em outras cidades, principalmente nas estradas.
""Pintava meu nome no tênis desde a época do colégio", diz. Mas por que isso? Um delírio egocêntrico? "Não, não tem nada a ver com isso", se defende. "Na verdade, o "Carlos Adão" que escrevo não sou eu, mas uma marca. Quando eu digo que "Carlos Adão é filosofia", não estou falando de mim mesmo; falo da marca. E as pessoas tendem a associar várias outras coisas boas a essa marca. E isso é arte pura, é revolução"",afirma (estadão.com.br). 
Hoje decidiu encarar o hobbie por outro caminho e não se limita, somente ao quadro preto, mas faz desenhos artísticos. Personaliza camisas, mochilas, adesivo e camisas com o famoso "calos Adão" verde limão. Certeza  ou não, Carlos Adão ainda  é um mistério.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Pequena Abelha


A luz batia em meus olhos, tentava protegê-los. O travesseiro macio, o lençol perfeitamente esticado, a coberta de pelos macios, tudo propício para um cochilo, atrás das órbitas dos meus olhos uma dorzinha indicava sono. Enquanto ouvindo um conto dramática. 
Tentei me concentrar na história, mas aquela situação me puxava para o passado. Era uma criança, com meus 8 a  10 anos lutando contra o sono para estar junto aos adultos. Em minha mente minha avó estava sentada em uma das extremidades do sofá, com um balde entre as pernas; no braço do acento um pilha de papéis era cuidadosamente analisado e  separado, alguns, talvez a maioria, eram rasgados em pequenos cubos e atirados ao balde. Podia ouvir os ruídos da televisão ao fundo, percebia a presença de outras pessoas. Ela não falava absolutamente nada, vez ou outra alguém fazia algum rápido comentário, ela continuava sem falar, a luz branca ardia meus olhos. Cada barulho, cada som do papel sendo picado me fazia lembrar que tinha de vencer aquela luta contra meu sono, e esforçava para manter me de olhos abertos.
Aquela sensação era tão boa. O sofá confortável, o sono muito convidativo, mas a cada ruído, uma corrente de alguma coisa estranha (força, susto, conforto ou medo) passava em todo meu corpo e então eu conseguia abrir um filete entre os olhos. Vi que não aguentaria mais e deveria ceder.
Tentei forçar para ouvir sua voz, tentei entender a história, mas já era tarde de mais, não havia barulho; não havia história. Eu estava entregue ao sono, completamente, dominado por ele. Eu precisava acordar. Eu precisava acordar! Minha vó. Aquela situação, eu precisava daquilo tudo. Era tarde, eu já estava dominado. Meu cérebro quis chorar, eu não podia, estava dormindo. Então cedi por completo e me mantive naquela boa sensação das lembranças do que acabara de acontecer. Isso me deu forças para tentar lutar mais uma vez contra o sono. Tentei ouvir a voz ligeira me contando a história. Só escutei o silêncio, sabia que estava conseguindo vencer meu sono desta vez, e forçava mais meus ouvidos. Então a confirmação: eu só escutava o silêncio.
Depois de muito esforço, abri os olhos. Sorri esperando vê-los na sala da velha casa. Ledo engano, eles já teriam partido. 
Eu estava em casa, deitado na cama. O contador de histórias me olhando com misericórdia e pena por eu não ter continuado dormindo. Disse-lhe que não precisava ter parado a história, pois estava gostando do conto, sua rápida leitura se recompôs enquanto eu tentava capturar o máximo possível daquela lembrança escondidas em mim, lembrança que há anos venho tentando ter. 
A história foi se complicando, os personagens estavam aflitos, podia sentir a aflição deles, a mulher desesperada, corria de um lado para o outro em busca de seu filho, era exatamente como eu.  Procurava por algo que nunca esteve ali, ou que como o personagem, nunca tinha saído dali.
Interrompi, já bastava por hoje, faltava poucos minutos para uma hora da manhã. Como o contador  de histórias poderia estar acordado a essa hora, se ele sempre vai dormir por volta das 22:30? Como eu poderia estar dormindo? Nunca vou dormir antes das 3:30. Desesperei me. Não sabia mais o que era realidade e o que não era. Levante despedi rapidamente. Ao caminho de meu quarto encontrei meu avô que também estava acordado. Ele sempre dormia cedo, todas as luzes da casa estavam acessa. Pensei então que meu relógio estivesse errado, mas não estava.
Tentei fechar a porta, não consegui segurar as chaves que caiam em câmara lenta. Pude ver cada movimento: a chave amarela para um lado, as prateados para o outro, suas pontas curvando-se para cima, o chaveiro as puxando para baixo, tudo muito devagar. 
Ouvi o tilintar das chaves chocando contra o chão e se ampliando gradativamente num zunido agudo, que me trouxe novamente à realidade. Hoje foi uma exceção, decidiram ficar acordado até mais tarde, só isso. Meus músculos foram se relaxando, enquanto abaixava para apanhar as chaves. Tranquei a porto. Disse-lhes "boa noite". Calmamente entrei em meu quarto e me recompus nesse mundo imprevisível. Aos poucos as luzes foram sendo apagadas. Agora tudo voltava ao normal.




domingo, 18 de dezembro de 2011

Medição de inteligência

 Pode-se perceber o quanto uma pessoa é inteligente, pela capacidade que ela tem de questionar sua realidade. 
Psicólogos e professores farão duras criticas a esse forma de perceber a inteligência dos demais, já que gostam de usar  a tradicional desculpa "todos são inteligentes, mas cada um em sua forma", tenho que concordar. No "método do questionamento" (medição da inteligência) são destacados, então, as pessoas com maior capacidade de oferecer conteúdo cultural, artístico, filosófico, religioso, cientifico e tecnológico a sociedade.
Tudo, sem exceção, que foi criado (teorias e materiais) até o momento, foi criado por pessoas que questionam sua realidade.  Buda, Jesus, Newton, Bill Gates, Thomas Edison, Adreas Versalius, Steve Jobs, Karl Marx, Galileu Galilei, Aristóteles, Robert Hooke e Mark Zuckerberg entre tantos outros, questionaram sua realidade e contribuíram tanto para a Terra. 
Os indivíduos que questionam sua realidade, geralmente, vão em busca de resposta, e pelo caminho encontram muita sabedoria e conhecimento. Se destacam dos demais por ver o que todos vem e aceitam, questionar sobre ele, buscar resposta, soluções e melhorar o que já existe ou criar um novo. 
Entretanto essas pessoas, que questionam sua realidade, não são bem aceitas no meio em que estão inseridas, chamada de loucas, anarquistas, imorais e pecadoras. Quantas pessoas já foram excluídas da sociedade por fazer questionários? quantos já foram presas ou internadas em hospícios? Quantas foram decapadas, apedrejadas, eletrocutadas ou queimadas na fogueira?  
Uma reclamação que se faz é a forma como escolas e faculdades avaliam seus alunos. Os grandes decoradores (aquele que aprende de cor), Professores e Mestres, querem testar a capacidade de seus alunos também de decorar. Desta forma assistir aula é o simples exercício de decorar, e as avaliação é a medicação de sua memória. Ainda não conheço avaliação que meça a competência de uma pessoa, a capacidade que ela tem de contribuir para o mundo, a aptidão de ver a realidade em sua volta, analisar e critica-la, encontrando meio de melhorá-la.
Nas escolas são inseridos teorias aos estudantes como verdades absolutas, de forma que eles ficam sem a possibilidade de questionar, a igreja e a mídia ajudam a reforçar que o mundo é assim porque é, ou porque Deus quis. Destarte fica complicado para os questionadores ir contra a grande maioria alienada e com a mente fechada, que ruam pelo mundo da realidade que não existe.
Para não enraivar os psicólogos e professores: todo mundo pode questionar sua realidade. Basta querer enfrentar a cambada de pacóvios que vivem bloqueando e evitando novas teorias e quiçá as invenções.
Será de grande valia teorias para mudar a forma de vermos nossa realidade, destruindo as bases débil que sustentam a história que nos chega, cheia de más intenções, e com pontos de vistas, opiniões particulares e deduções, distorcendo a realidade, mudando o futuro.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Danoninho


Quando pensa em alimento para criança o que vem a cabeça? frutas? danoninho!  quem não lembra da música da danoninho "me dá, me dá, me dá, me dá danoninho já, me da danoninho, danoninho dá...". 
O iogurte da Danone chega nas prateleiras dos mercados brasileiro em 1973, muito bem aceita por sinal. O pequeno pode vermelho que traz três linguadas de deliciosa sensação de voltar ao passado em alguns segundos é na verdade um Petit suisse, um queijo mole  produzido com o coagulo láctea com bactérias de enzimas ou coalho, a Danone foi a primeira empresa a adicionar  corantes e polpa de fruta a este tipo de queijo. Hoje o petit suisse da Danone é comercializado em 33 país.
Danoninho oferece mais nutriente na complementação alimenta das crianças são "quatro doses de leite, mais quarto nutrientes essenciais" (cálcio, ferro, zinco e fosforo) além de possuir baixa concentração de açúcar.
Quando os adultos chegam em suas casas cheios de sacolas do supermercado, juntam-se para saborear o primeiro produto da feira: Danoninho. Alguns lambem, outros usam o dedo, outros colher (tem que ser pequena pois a de sopa não entra), mas o importante é se lambuzar e se saborear dessa iguaria.
Como é bonito ver uma criança segurando apertado o potinho do iogurte preocupado em comer mais calmamente possível para não desperdiçar nem um pouquinho e aproveitar o máximo aquela situação.
Já se foi criado outras variações do produto como o danoninho ICE (alguém lembra), onde colocávamos uma pazinha e depois de algum tempo no congelador (tempo de mais pra quem não via a hora de saboreá-lo) obtínhamos um picolé [me parece que este produto voltou as prateleiras depois de anos fora de circulação]; Também já foi criado vários sabores do queijo, mas nenhum se compara ao de morango, o produto deixou de ser apenas o iogurte e passou a ser uma marca com uma variedade de alimentos e bebidas para as crianças. Hoje existem várias receitas com o danoninho como ingrediente principal.
O pequeno produto é um dos mais pedido pelas crianças, e adultos nos supermercados, e dão a rápida sensação de felicidade em viajar pelas memórias e por prazeres adormecidos.